terça-feira, 22 de maio de 2012

Trabalhos de História

Desenvolvimento de um Cartaz com 1 figura, 1 frase e 1 foto do grupo que represente os temas:
* Iluminismo
* Revolução Francesa
* Era Napoleônica
* Independência dos EUA
* Revolução Industrial

 Grupo 01 - ILUMINISMO -
Alexia, Eduarda O, Lourranie, Luana, Mariane, Rafaela, Renata, Stephanie, Tatiele










Grupo 02 - REVOLUÇÃO FRANCESA -
Ana Laura, Anna Karoline, Augusto, Eduarda L, Érica, Júlia W, Laura, Leonardo,   Natalia, Sabrina











Grupo 03 - ERA NAPOLEÔNICA -
Bruno O, Dener, Gabriel R, Gabriel S, João Marcos, João Vitor, Julia V, Roberta










Grupo 04 - INDEPENDÊNCIA DOS EUA -
Bruno L, Camila, Gabriel D, Jorel,  Mateus, Rafael, Suellen


                                      






 Grupo 05 - ILUMINISMO - 
Alvino, Amanda, Felipe, Fernanda, Guilherme, Gustavo, Igor, Luan, Lucas









segunda-feira, 21 de maio de 2012

Trabalhos de Filosofia

Desenvolvimento de um Cartaz com imagens ou desenhos que representem o tema:

MITOS DO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO. 

- Apresentação do tema em 05 minutos

 Grupo 01 - Alexia, Eduarda O, Lourranie, Luana, Mariane, Rafaela, Renata, Stephanie, Tatiele





 Grupo 02 - Ana Laura, Anna Karoline, Augusto, Eduarda L, Érica, Júlia W, Laura, Leonardo,  Natalia, Sabrina





 Grupo 03 - Bruno O, Dener, Gabriel R, Gabriel S, João Marcos, João Vitor, Julia V, Roberta




 Grupo 04 - Bruno L, Camila, Gabriel D, Jorel,  Mateus, Rafael, Suellen


 Grupo 05 - Alvino, Amanda, Felipe, Fernanda, Guilherme, Gustavo, Igor, Luan, Lucas









quinta-feira, 3 de maio de 2012

Renascimento - slides (HISTÓRIA P3)



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Renascimento (História P3)

O termo Renascimento é comumente aplicado à civilização européia que se desenvolveu entre 1300 e 1650. Além de reviver a antiga cultura greco-romana, ocorreram nesse período muitos progressos e incontáveis realizações no campo das artes, da literatura e das ciências, que superaram a herança clássica. Trata-se de uma volta deliberada, que propunha a ressurreição consciente (o re-nascimento) do passado, considerado agora como fonte de inspiração e modelo de civilização. Num sentido amplo, esse ideal pode ser entendido como a valorização do homem (Humanismo) e da natureza, em oposição ao divino e ao sobrenatural, conceitos que haviam impregnado a cultura da Idade Média. 
A cultura da Idade Média valorizava a tradição e a autoridade da Igreja (Teocentrismo). O homem não valia como ser material, o importante era sua alma. Os prazeres materiais não eram bem-vistos pela Igreja. A Igreja determinara que o que Deus queria  não  devia ser desrespeitado e, portanto, o homem deveria obedecer e se conformar com os desígnios de seu destino.
A partir da metade do século XIV, essas ideias começam a ser criticadas por muitos pensadores. Para esses pensadores o homem era o centro de tudo (Antropocentrismo); a vida na Terra era considerada de alegria e prazer; a arte de finalidade estética. Os escritores, filósofos, pintores, escultores e cientistas que defendiam essa valorização material e realista do homem e da natureza foram chamados de humanistas.
Os humanistas passaram a modificar suas artes. As pinturas de santos sem características humanas saíram de cena e surgiram figuras mais reais, além de cenas da vida cotidiana. Muitos humanistas consideraram a cultura greco-romana superior à medieval porque a cultura clássica, assim como a renascentista, valorizava o homem e o pensamento racional. Para eles, ser guiado pela razão era orientar as próprias ações no mundo, através da experiência e do raciocínio, desprezando a autoridade da tradição e as explicações sobrenaturais
Este movimento teve berço (início) a Itália e passou a ser chamado de RENASCIMENTO.
·      Os autores humanistas que mais se destacaram:
ü erasmo de rotterdam: elogio da loucura = criticou o luxo em que viviam os Papas e Bispos e defendeu a liberdade de interpretação dos textos sagrados.
ü ariosto: orlando furioso = criticou a crença na magia e na superstição.
ü william shakespeare: hamlet = retratou as emoções e os anseios humanos.
ü maquiavel: o príncipe = aplicando a razão ao conhecimento da política, indicou os meios mais eficientes para alcançar e manter o poder. Retirou a política do campo da moral e da religião, dando-lhe o estatuto da ciência.
ü camões: os lusíadas = relatou com maestria e arte a epopéia das navegações portuguesas.
ü cervantes: dom quixote = ridicularizou a nobreza feudal e a mentalidade medieval.
As cidades de Gênova, Florença  e Veneza eram os maiores centro do comércio europeu, reunindo banqueiros, comerciantes e príncipes que financiavam e sustentavam os artistas, eram chamados de MECENAS. Eles contribuíram decisivamente para a arte que os retratava: a renascentista. Esses comerciantes desejavam ver suas casas com muitas obras, isto significava maior prestígio e por isso incentivavam financeiramente as obras desses artistas.
Nos nossos livros de Ciências atuais existem afirmações que não duvidamos mais, como por exemplo que a Terra é redonda. Essas afirmações são consideradas verdadeiras porque foram demonstradas e provadas pela ciência. Portanto fazem parte do conhecimento científico. Hoje nós buscamos a verdade a partir da ciência, do experimento, pois ela procura descobrir os dois mundos nos quais o homem vive: o natural e o social. A medida que a ciência explica novos mistérios sobre esses mundos aumenta o conhecimento do homem sobre a realidade que o cerca. Ciência, então, é um corpo de conhecimentos demonstráveis pela experiência e pela lógica.
Mas, o homem medieval considerava como verdadeiro o que concordava com a tradição religiosa e os preceitos sustentados pela Igreja Católica. A base da verdade na Idade Média era a fé. Somente a partir dos séculos XV e XVI, a visão da Igreja passou a sofrer a concorrência do pensamento científico, na explicação do mundo. Vários estudiosos começaram a tentar construir as verdades não mais através da fé, mas da observação e da experimentação. Passaram a dizer que qualquer afirmação só poderia ser considerada como verdadeira depois de sua comprovação pela experiência. Assim, a observação e a experiência passaram a ser praticadas por muitos estudiosos
A Itália, na época do Renascimento era formada por dezenas de cidades e pequenos Estados, em constantes conflitos entre si. Era, ao mesmo tempo, a região mais dinâmica da Europa devido a sua grande efervescência econômica e cultural. Foi em Florença, na época considerada um dos centros do Humanismo, que viveu durante a primeira fase de sua vida Leonardo da Vinci. Leonardo da Vinci pode ser considerado como o homem ideal do Renascimento porque era ao mesmo tempo artista, inventor, cientista, engenheiro e filósofo. Personificava assim o ideal renascentista de sábio. Projetou a urbanização de Milão, idealizou uma máquina voadora que mais tarde seria o helicóptero, inventou o pára-quedas.
  • Características Principais: 
    ü  Valorização da cultura greco-romana (Antiguidade Clássica). Para os artistas da época renascentista, os gregos e romanos possuíam uma visão completa e humana da natureza, ao contrário dos homens medievais;
  ü  As qualidades mais valorizadas no ser humano passaram a ser a inteligência, o conhecimento e o dom artístico;
ü  Enquanto na Idade Média a vida do homem devia estar centrada em Deus (teocentrismo), nos séculos XV e XVI o homem passa a ser o principal personagem (antropocentrismo);
ü  A razão e a natureza passam a ser valorizadas com grande intensidade. O homem renascentista, principalmente os cientistas, passam a utilizar métodos experimentais e de observação da natureza e universo.

  • Principais representantes do Renascimento Italiano e suas principais obras:
- Giotto di Bondone (1266-1337) - pintor e arquiteto italiano. Um dos percursores do Renascimento. Obras principais: O Beijo de Judas, A Lamentação e Julgamento Final.
- Michelangelo (1475-1564)- destacou-se em arquitetura, pintura e escultura. Obras principais: Davi, Pietá, Moisés, pinturas da Capela Sistina (Juízo Final é a mais conhecida).
- Rafael Sanzio (1483-1520) - pintou várias madonas (representações da Virgem Maria com o menino Jesus).
- Leonardo da Vinci (1452-1519)- pintor, escultor, cientista, engenheiro, físico, escritor, etc. Obras principais: Mona Lisa, Última Ceia.
- Sandro Botticelli - (1445-1510)- pintor italiano, abordou temas mitológicos e religiosos. Obras principais: O nascimento de Vênus e Primavera.

Iluminismo- slides (HISTÓRIA P3)



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ILUMINISMO (História P3)

Ao longo de vários séculos, os reis foram conquistando cada vez mais poder. Em contrapartida, a Igreja e a nobreza foram perdendo poder em favor dos reis. Esse processo de centralização do poder é o que se chama de ABSOLUTISMO. Um regime político que chegou ao seu grau máximo no século XVII, onde o rei era a fonte das leis. Deviam ser obedecidas, porque expressavam a vontade do soberano, que se impunha sobre todos os grupos sociais. Havia assembléias de representantes da sociedade, mas elas dependiam da convocação do rei para se reunir e não tinham poder decisório. Ademais, os reis absolutistas da Europa passaram a convocar cada vez menos essas assembléias.
Luís XIV (Rei Sol) da França passou para a História como o melhor exemplo de absolutismo, porque foi o rei que concentrou maior soma de poder em suas mãos, governava segundo sua vontade, sem nunca consultar o povo. O seu longo reinado de 72 anos (1643-1715) foi o símbolo supremo do absolutismo.
A principal justificativa que os reis absolutistas davam para explicar seu imenso poder era que, segundo eles, seu poder era sagrado, provinha de Deus. Sendo assim, não podia ser questionado pelos homens. Dessa forma, a denominada TEORIA DO DIREITO DIVINO legitimava o poder absoluto do rei.
O desenvolvimento econômico promovido pela burguesia interessava ao rei, pois trazia riqueza para a nação e re-cursos para o Estado. Manter a nobreza era também de seu interesse, pois ele próprio era um nobre, então os nobres e-conomicamente arruinados viviam às custas do Estado, recebendo pensões. Ambas as classes precisavam do rei e con-tavam com o seu apoio. Isso era o fator principal de seu poder.
O clero e a nobreza da França, na época do absolutismo, eram as ordens dominantes da sociedade francesa. Viviam agraciadas por inúmeros privilégios tais como as pensões, sinecuras e isenção de impostos, viviam às custas do resto da população. Com todas essas injustiças é que surgiu o ILUMINISMO, um movimento filosófico, político e literário que vi-sava combater o absolutismo e o poderio político e moral da Igreja. O movimento ganhou esse nome porque seus repre-sentantes achavam que com as luzes das ciências poderiam acabar com a ignorância e o obscurantismo, iluminando o caminho para uma nova sociedade.
Surgiu assim um grande número de pensadores preocupados em explicar os problemas vividos pela sociedade e apontar soluções. Alguns autores se destacaram mais, entre eles:
MONTESQUIEU – O PODER DIVINO: para ele a monarquia absoluta deveria ser substituída por um regime em que houvesse o equilíbrio entre os três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário). Cada poder cuidaria de sua área de atuação, as quais não deveriam ser desrespeitadas.
ROSSEAU – O HOMEM NASCE BOM: defendia que a soberania popular deveria ser a base da vida nacional. Caso o governante não representasse a vontade geral, o povo poderia depô-lo. Ou seja, o povo deveria ser a única fonte legítima de soberania.
VOLTAIRE – CONTRA A SUPERSTIÇÃO E OS PRIVILÉGIOS: acreditava que o atraso da França estava intimamente ligado ao predomínio da Igreja e das superstições que esta propagava.
Os escritores, cientistas e pensadores (ENCICLOPEDISTAS) elaboraram uma grande ENCICLOPÉDIA, que reuniu estu-dos e comentários em todos os campos de conhecimento. Orientados pela ciência em desenvolvimento, não criticaram apenas a forma de governar, mas também a maneira como se educava na época.
As ideias iluministas encontraram um terreno fértil entre a burguesia (estava s/ poder político), artesãos, assalariados e até camponeses, que estavam descontentes com a situação e viam assim uma forma para melhorar suas vidas. Po-rém, essas mesmas idéias foram condenadas e reprimidas pelos reis absolutistas. Na França, livros foram proibidos e filósofos tiveram de fugir. No Brasil, quem fosse encontrado com livros iluministas era preso, a mando da rainha de Portugal.
Mas, alguns reis da Europa tiveram uma conduta favorável a algumas idéias iluministas e ficaram conhecidos como déspotas esclarecidos. Apesar das reformas de caráter social, educacional e financeiro empreendidas pelos déspotas esclarecidos, o clima de insatisfação era geral na Europa. Na França, em particular, a temperatura estava alta. O terreno es-tava preparado para o acontecimento que abalou e fez ruir os alicerces da sociedade européia: a REVOLUÇÃO FRANCESA.